quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Havia coisas que me incomodavam bastante e que hoje nem tenho saco pra notar.
Como quando eu ficava com raiva da minha inconstância.
Hoje não mais.
Não tenho mais raiva, e sou menos inconstante.
Mas não menos impulsiva.
Do mesmo modo, não tenho deixado de lado nenhum tipo de vontade minha.
O que está ao meu alcance, vou e pego mesmo.
(Rodrigo, eu não estou falando de homens)
Isso aí é outra coisa... não existem "homens".
Existe um marido e um filho.
Só.

Outra coisa que me enchia o saco, deveras,
era aquela história de um bando de (per)seguidores anônimos quererem fazer tudo o que eu fazia, ouvir tudo o que eu ouvia, pintar o cabelo da mesmíssima cor que eu pintava e, pasme, almejar as mesma companhias que me cercavam.
Enchia o saco, eu disse, perturbava. Mas não chegava a me tirar a calma, não.
Era Barbara admirada.
Decerto porque ser Barbara Cherry Violet era o must. Era demais!
E ser eu mesma foi bom e ruim, como ser qualquer pessoa.

Ser eu mesma agora tem sido mais particular.
Eu gosto de estar longe. Gosto do meu introspecto e do mistério que se formou aqui.
E gosto de mais coisas que aqui não dá pra falar... hahaha...

Um dia as pessoas aprenderão a ser elas mesmas.
Ou ficarão eternamente copiando a quem elas AMAM.
Dessa maneira, só atrairão os que não detectam a sutileza da originalidade.
E eu...
Não estou incluída neste montante.