segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Mas que coisa, não?
Como é bom evoluir!
E quanta coragem, admirou hoje uma amiga muito estimada, tem essa menina!
Sim, eu tenho muita coragem.
E tenho vontade.
Isso é o que importa.
Porque muitas e muitas vezes acabo caindo no impulso pessimista que brota dentro de mim mesma. Mas o que tem brotado em mim agora não é nada disso. É um amor.
O amor que eu trago agora não começou com uma paixão.
Não começou com uma conquista boba cheirando a cerveja barata.
Nem com vontades contidas de dar um telefonema.
Nem muito menos com a provocação de fazer falta a quem se quer.
Pelo contrário.
O amor que há aqui, neste instante, nasceu quando eu menos esperava, e quando eu mais esperava, ao mesmo tempo.
Ele veio do desespero, sim, mas se tornou mais que uma causa. Tornou-se o amor de uma vida.
Não há nada que eu queira mais do que viver isto que vivo.
Esse amor lindo veio de muitas coisas. De muitas bobagens, de frases, de beijos e de raiva. E tudo isso se concentrou em apenas uma coisa. O próprio AMOR.
Ele está em mim agora.
Não há nada mais perfeito no mundo do que sentir que eu mesma fui capaz de gerar uma vida, independente da minha, com suas vontades, choros e rostinho lindo...
Nada mais feliz do que entender que este amorzinho é meu, é nosso, é uma pessoa maravilhosa que encantará o mundo!
Eu vou ser mãe.