Abriu os olhos.
A escuridão se revelou.
Não existira a paz,
Já não estava sonhando.
A verdade se escondia,
Esquecera-se de viver.
Os filetes de luz da Lua
Que entravam pela janela
Zombavam dela como se dissessem:
“Que sonho tolo!
Que inocência infantil!”
O silêncio de ser observada
A fez sentir-se mal.
“A Lua não não é mais minha amiga
E ela sabe todos meus segredos.”
Perdeu-se na distorção do olhar
Manchado pela tristeza.
“Eu desejaria poder ver,
Apenas mais uma vez.”
Forçou o olhar para o lado.
E a rosa...
A rosa não estava mais lá.
Cheguei ao fim do trajeto.
Mesmo com o mérito não me sinto completa.
Meu medo está em não saber o próximo passo,
como em não poder prever o futuro.
Mas que tolisse!
Como se eu devesse sempre saber o que fazer.
Como se eu nunca tivesse que escolher um novo caminho.
Mais ainda,
como se a infinidade de rumos a se tomar
não tivessem passagens obscuras,
pelas quais eu ainda tenha que passar.
E agora?
Quando enfim, o ser humano se sentirá total?
A escuridão se revelou.
Não existira a paz,
Já não estava sonhando.
A verdade se escondia,
Esquecera-se de viver.
Os filetes de luz da Lua
Que entravam pela janela
Zombavam dela como se dissessem:
“Que sonho tolo!
Que inocência infantil!”
O silêncio de ser observada
A fez sentir-se mal.
“A Lua não não é mais minha amiga
E ela sabe todos meus segredos.”
Perdeu-se na distorção do olhar
Manchado pela tristeza.
“Eu desejaria poder ver,
Apenas mais uma vez.”
Forçou o olhar para o lado.
E a rosa...
A rosa não estava mais lá.
Cheguei ao fim do trajeto.
Mesmo com o mérito não me sinto completa.
Meu medo está em não saber o próximo passo,
como em não poder prever o futuro.
Mas que tolisse!
Como se eu devesse sempre saber o que fazer.
Como se eu nunca tivesse que escolher um novo caminho.
Mais ainda,
como se a infinidade de rumos a se tomar
não tivessem passagens obscuras,
pelas quais eu ainda tenha que passar.
E agora?
Quando enfim, o ser humano se sentirá total?